A Empresa Brasileira e o Futuro

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A nova realidade brasileira requer uma nova postura empresarial. Com a estabilização econômica, o caminho principal a percorrer pelas empresas é a busca cada vez maior da melhoria dos seus processos. o foco já esta definido: ENCANTAR O CLIENTE.

Satisfazendo-o ao máximo, com qualidade.

Com mais empresas especializadas disputando o mercado, mais se alonga o espectro de escolha do consumidor. E, num mercado onde a competitividade é a lei, vencerá a organização que for realmente mais competente. Este cenário em constante transformação, requer um entendimento amplo dos dirigentes, executivos empresariais e trabalhadores.

As mudanças estruturais demonstram um dos movimentos de mutação por que passa o país. Do ponto de vista interno, as reformas políticas, administrativa e tributária sinalizam ambientes de equilíbrio futuro, alicerçados na inflação baixa proporcionada por uma moeda forte. No campo externo, a globalização e o Mercosul colocam o Brasil no cenário Mundial, no qual o país precisa inserir-se com elevado nível de competitividade. Esta é a única regra para a sobrevivência.

Assim sendo, a afirmativa é verdadeira: O Brasil só será competitivo no mercado mundial se tiver um conjunto de empresas competentes e vitoriosas. O aprimoramento da organizações, portanto, ponto fundamental. para garantir o encaminhamento , agora das mudanças estruturais. A empresa moderna emergirá com a constante aplicação das técnicas inovadoras de gestão.

É evidente que os processos administrativos deverão ser analisados sob o ponto de vista da abordagem contigencial e da aplicação adequada dos recursos disponíveis.

Também sob esta ótica se evidencia o novo papel do “valor humano” na empresa, foco central das novas metodologias de administração. A qualidade deve ser entendida como “um estado de espírito organizacional”.

A terceirização , aplicada como um processo de gestão é ferramenta ideal para o aperfeiçoamento dos produtos e serviços prestados ao cliente; a administração participativa, exercitada como fator de reciprocidade entre chefias e subordinados, entre empresas e clientes. Todos estes fatores são também módulos significativos de mudanças a serem incorporados na gestão empresarial.

Fica claro que a empresa, seja ela micro, pequena média ou grande, e independente do segmento que atua, deverá buscar cada vez mais o aperfeiçoamento constante do seu conhecimento. Isto significa ter colaboradores internos treinados e desenvolvidos para este momento. significa ter a garantia do pacto pela qualidade já incorporado à cultura da empresa, significa uma clara sensibilidade para a aplicação constante de inovações tecnológicas que tragam benefícios para os processos internos e para o cliente externo. Isso significa na verdade, ter juízo !

As empresas precisam entender que vivemos um movimento de mudança que atinge a sociedade como um todo e, portanto, as organizações. O ritmo é frenético. Se não houver a conscientização deste diagnóstico e a clara percepção do caminho a percorrer, não haverá vencedores. E o que o Brasil mais precisa, hoje, é de empresas dignas, éticas, comprometidas com esta realidade, confiantes nos seus esforços, em prol do sucesso.

Isto será fator básico de êxito e da auto-estima dos nossos trabalhadores e empresários.


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